O procurador geral de Justiça, Manoel Onofre Neto, afirmou ontem que não existe da parte do Ministério Público qualquer movimento no sentido da implantação do chamado auxílio-paletó.
Ele afirmou que esteve no governo tratando da necessidade de suplementação do orçamento da instituição - como ocorre anualmente - por causa do pagamento de exercícios anteriores, mas não para falar da implantação de nenhum auxílio.
"Existe uma preocupação de ordem oreçamentária do Ministério Público e do Poder Judiácio no que diz respeito a suplementação", disse.
Este ano, especificamente, a necessidade de suplemetação se deve ainda à convocação de novos promotores num concurso que está prestes a ser concluído e deve ser votado, na próxima semana, o Plano de Cargos, Carreira e Salários dos Servidores do MP.
As duas terão impacto nas finanças da instituição.
Em relação a concessão de auxílio para aquisição de roupas pelo promotores e procuradores, Manoel Onofre Neto foi enfático: "Eu acho odioso que essa verba venha a ser implamentada".
O procurador geral acrescentou que o salário deve perfeitamente fazer frente a uma despesa inerente à atividade profissional.
"Não existe, no Ministério Público, qualquer perspectiva, sequer discussão, em relação a esse auxílio-paletó. Existe em alguns estados, mas essa verba, para mim, é inconstitucional", garantiu.
Fonte: FatorRRH
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